quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Capítulo V - III e Última Parte

Yφα υχουπζωπ σ ωξσρυπω ωξξω μω λυθυπυ κζπ, ρω ιθυιυπ μω υπμωπ οωξσ, ωφυξδποκη οωπ ωμωχμαθπτκεμ ζσμ υξυερυθπω. Nκμκ ζκζυ, ρω ηωη υπνωηζυ υεχμανκμυη χπω κηω ωικοωξεβυ ηυ υηωη.

Paul estava estupefacto com a situação. De facto, todas as tentativas que efectuou para tentar perceber o que estava escrito nos manuscritos foram goradas. Entretanto, alguns estudantes tinham começado a limpar a poeira e terra de uma das colunas dóricas. Paul ouve de repente um dos estudantes emitir uma exclamação surda.
- O que se passa? Pergunta.
- Não posso acreditar!
Paul desloca-se para junto deste, e olhando para a coluna, fica siderado. Por baixo da poeira que ainda revestia a maior parte da coluna eram visível algo que nunca esperaria encontrar numa coluna dórica.
“Hieróglifos! Numa coluna dórica! Isto parece cada vez mais a Twilight Zone” Pensou, estupefacto. Tentou ler os enigmáticos caracteres, e, ao contrário do que se passava com os caracteres gregos, estes não impuseram qualquer problema. No entanto, quando terminou de os decifrar, não queria acreditar na sua própria tradução, pondo também a hipótese de estes se encontrarem “baralhados” tal como os gregos.
- Quero toda a gente a trabalhar imediatamente nas colunas! Ponham-nas todas a descoberto, retirem a poeira e a terra que as cobrem! Ordenou. Precisava de saber imediatamente se as palavras juntas teriam coerência.

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