Num quarto, algures no Egipto, um telefone toca às 4h da manhã. Um quarto simples, apenas mobilado com uma cama e uma mesa-de-cabeceira onde se encontrava o telefone, mergulhado na penumbra da noite. Pilhas de roupa e revistas acumulavam-se no chão desta divisão. Um vulto movimenta-se no escuro e acende uma lâmpada fixada na parede, que revela um indivíduo com a pele queimada pelo sol, de olhos escuros, com várias cicatrizes no rosto, e barba por fazer há já vários dias.
Este atende imediatamente o telefone, sem mostrar sinais de estar aborrecido pela interrupção do seu sono. Antes dir-se-ia que aguardava este telefonema há já algum tempo.
- Estou sim.
- Estou Rastachin?
- Mestre? Nem acredito que o estou a ouvir! Não me diga que...
- Sim, infelizmente aconteceu – Rastachin não parecia lamentá-lo – E você, já sabe o que tem a fazer?
- Sim, vou para lá imediatamente.
- Espere...
- Sim? – Respondeu Rastachin, já impaciente.
- Antes de fazer aquilo para que foi contactado, há algo que tem que fazer antes...
Razão da minha ausência...
Há 11 anos
1 comentário:
Olá!!! Vi o link do teu blog no msn do Renato, e cá vim dar uma vista de olhos... e parece que sou a primeira a comentar... eu já tenho algumas páginas do livro no meu computador, mas nunca tive oportunidade de ler. Mas daquilo que li aqui, posso, em primeira análise, dizer que já me deixaste com a "pulga atrás da orelha". É muito ao estilo de Dan Brown, mas atenção, isto é um elogio, afinal o homem é um fenómeno literário!!! E como eu tenho um fraquinho pelo Antigo Egipto, marcaste mais um ponto :P Continua a escrever, que estou realmente curiosa por saber o que vai na tua cabeça...
Bela
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